Como os agentes de Inteligência Artificial irão redesenhar o planeamento, as reservas e a fidelização
1) Da automação à imaginação: nasce o ecossistema agênico 🌌
Após anos a digitalizar reservas, a indústria está a entrar na era da digitalização da imaginação: não apenas respostas mais rápidas, mas sistemas que antecipam intenções, ligam contextos e tomam medidas. É o salto de casos de uso de pura eficiência (desvio de call center, remarcações mais rápidas) para um ecossistema de agentes capaz de ler objetivos e cenários para gerar experiências personalizadas. Esta é a trajetória destacada pela Forbes para Travel 2026.
2) Assistentes agentivos: o que eles realmente fazem (e por que são importantes) 🤖
Os assistentes agentivos não se limitam a responder: eles decidem e executam. Eles monitorizam voos e o tempo, propõem remarcações antes que o hóspede perceba o problema e orquestram serviços e comunicações, reduzindo interrupções ao longo de toda a viagem. O resultado: serviço mais rápido e uma nova alavanca operacional para hotéis, companhias aéreas e DMOs, com benefícios concretos para usuários e equipes.
3) O novo Travel Stack: dados, contexto e personalização preditiva 🧩
A combinação de dados próprios e fontes terceiras (sinais de viagem e variáveis de contexto) alimenta a personalização preditiva que reconhece se a viagem é a negócios ou lazer e adapta todos os detalhes: escolhas de hotéis, limites de remarcação, conteúdo e timing. Quanto mais precisa for a antecipação da IA, maior será o “custo emocional da mudança” para o utilizador: a mudança é reduzida e a fidelidade aumenta.
4) Impactos para hotéis e destinos: estratégia, não gadgets 🎯
Até 2026, a IA irá redefinir a forma como os viajantes planeiam, reservam e vivem as viagens — e como as marcas conquistam a fidelidade. Para capitalizar:
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